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  • QUEM CRIOU O TERMO “AXÉ MUSIC”?     O Axé, enquanto gênero musical, surgiu na cidade de Salvador, na década de 80, abrindo portas

    QUEM CRIOU O TERMO “AXÉ MUSIC”? O Axé, enquanto gênero musical, surgiu na cidade de Salvador, na década de 80, abrindo portas

    18 DE DEZEMBRO DE 2020

    QUEM CRIOU O TERMO “AXÉ MUSIC”?

       O Axé, enquanto gênero musical, surgiu na cidade de Salvador, na década de 80, abrindo portas e janelas, para que os artistas baianos, conquistassem visibilidade, no eixo Rio-São Paulo.

       Há quem defenda, que o gênero Axé, é na verdade, uma mistura de vários estilos, de origem africana ou mesmo do próprio estado.

       Não é unanimidade, mas muitos acreditam e defendem que o Axé é bastante amplo e diversificado, que abrange do ijexá, samba-reggae, merengue ao frevo e samba duro, passando inclusive, pelo forró.

       O termo “Axé”, de origem iorubá, “Àse”, designa uma saudação religiosa do Candomblé e da Umbanda, que significa “energia, “força”,”vida”...

       A palavra foi usada, para categorizar o gênero musical, que foi criado por Luiz Caldas, que é inclusive reconhecido, além dos seus múltiplos talentos, como cantor, compositor e multi-instrumentista, também é o “Pai do Axé”.

       E o Axé deu inúmeros e bons frutos: Sarajane, Daniela Mercury, Chiclete com Banana, Ara Ketu, Asa de Águia, Olodum, Reflexu’s, Banda Mel, Timbalada, Ivete Sangalo, Cláudia Leitte e tantas outras estrelas baianas.

       Depois de conquistar todo o país, o Axé, foi longe, exportando artistas baianos, para os quatro cantos do mundo: Europa, Estados Unidos, Japão, países do continente africano...

       Diante do sucesso internacional, o gênero “Axé”, foi batizado, de “Axé Music”, pelo jornalista e crítico musical baiano, Hagamenon Brito, que acrescentou a palavra inglesa,”Music”, ao intencionar (dizem) de forma pejorativa, que a música baiana, tinha pretensões internacionais.

       A pretensão, virou realidade!

       E o Axé Music, dos anos 80, 90, 2000, deixou saudades, e atualmente, muita coisa que se produz atualmente, deixa muito a desejar, com letras simplórias, superficiais, rasteiras e previsíveis.

       Que o velho e bom Axé, ainda tem fôlego para uma renovação, não restam dúvidas!

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